A REGIÃO

A Região das Matas de Minas é uma origem produtora
de cafés especiais, composta por 63 municípios,
situada em uma área de Mata Atlântica, no leste do
Estado de Minas Gerais.

Nossa produção é naturalmente sustentável, marcada
pela predominância da agricultura familiar, pelo impacto econômico e social direto e indireto e integração natural entre o homem e a mata, fatores culturais presentes na cafeicultura da nossa região.

Somos pioneiros no que chamamos de qualidade artesanal, o trabalho manual e técnicas desenvolvidas pelos produtores da região para se produzir alta qualidade.
O resultado deste trabalho é uma diversidade de nuances
e sabores diferenciados, presentes nos nossos cafés,
que hoje se destacam nas principais premiações nacionais
e internacionais.

 

DADOS DA REGIÃO

  • Municípios 63
  • Localização Leste do Estado de Minas Gerais
  • Área de produção 275 mil hectares
  • Produtores 36 mil (80% possuem menos de 20 hectares plantados)
  • Empregos diretos 75 mil
  • Empregos indiretos 156 mil

 

QUALIDADE ARTESANAL

Nossos cafeeiros são da variedade Arábica e cultivados
em áreas de topografia montanhosa e irregular, em
altitudes que variam entre 600 e 1.200 metros.

O clima ameno do território, aliado à evolução tecnológica
dos processos artesanais desenvolvidos na região,
resultam em cafés de qualidade artesanal e uma
diversidade de sabores e nuances.

CARACTERÍSTICAS DOS CAFÉS DA REGIÃO

  • Corpo
    De encorpado a muito encorpado
  • Aroma
    Intenso, com notas florais e cítricas
  • Sabor
    Adocicado, com diversidade de sabores cítricos, caramelado e achocolatado
  • Finalização
    Agradável e prolongada
  • Acidez
    Delicada e equilibrada

COMO ESTAMOS ORGANIZADOS

A Região das Matas de Minas é regulamentada pelo:

CONSELHO DAS ENTIDADES DO
CAFÉ DAS MATAS DE MINAS

Somos uma organização sem fins lucrativos, de caráter
representativo, científico, educacional e cultural, formada
por entidades membros e parcerias voltadas ao
desenvolvimento dos cafeicultores, nos 63 municípios
que compõem a área demarcada da região.

NOSSO PROPÓSITO NOSSOS PILARES MEMBROS E PARCERIAS

NOSSO PROPÓSITO

Desenvolver, proteger e promover a qualidade
artesanal, a diversidade, e a sustentabilidade
natural da produção de cafés, tendo sempre
como objetivo o desenvolvimento sustentável
coletivo da Região das Matas de Minas.

NOSSOS PILARES

  • QUALIDADE ARTESANAL

    Desenvolver e valorizar a
    diversidade e a qualidade artesanal
    na produção de cafés na região das
    Matas de Minas, disseminando
    conhecimento e capacitação para
    os nossos produtores.

  • SUSTEN-
    TABILIDADE NATURAL

    Incentivar a integração natural
    entre o homem e a mata,
    promovendo de forma cultural
    a sustentabilidade natural da
    produção de cafés na região.

  • DESEN-
    VOLVIMENTO COLETIVO

    Trabalhar juntos, em parceria,
    promovendo a força do coletivo,
    gerando valor para nossa produção
    e desenvolvimento sustentável para
    sociedade e os negócios da região.

MEMBROS E PARCERIAS

ACIAM
Manhuaçu e Região

Coocafé

Lajinha e Região

Sicoob Credicaf

Lajinha e Região

Sicoob Credisudeste 
Muriaé e Região 

Sicoob União
Raul Soares e Região 

Sicoob Credilivre
Manhuaçu e Região

Sindicato Rural
Manhuaçu e Região

Sindicato Rural
Manhumirim e Região

Sindicato Rural
Lajinha e Região

Sicoob CredCooper
Caratinga e Região

Sindicato Rural
Caratinga e Região

Sindicato Rural
Luisburgo e Região

SCAMG
Manhuaçu e Região

Hanns R. Neumann Stiftung do Brasil
Manhuaçu e Região

PARCEIROS:

CORPOL
EMATER
EPAMIG
FAEMG

IWCA
Prefeitura Municipal de Luisburgo

Prefeitura Municipal de Manhuaçu
SEBRAE

SENAR
UFV

NOTÍCIAS

23/02/2017
MATAS DE MINAS COMEMORAM SUSPENSÃO DA IMPORTAÇÃO DE CONILON

Na noite desta terça-feira (21/02), o presidente da República Michel Temer (PMDB) anunciou a suspensão temporária da importação de café conilon verde do Vietnã, que poderia causar prejuízos na ordem de R$ 1,5 bilhão aos cafeicultores.

A suspensão temporária se deu após parlamentares das bancadas do Espírito Santo, Minas Gerais, Rondônia e Bahia se reunirem com o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy.

Essa vitória é uma conquista coletiva e a mobilização agora se concentrará para conseguir a suspensão definitiva da portaria assinada pelo ministro da Agricultura Blairo Maggi.

A decisão do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) sobre a importação de café conilon foi bastante criticada pelas entidades ligadas ao setor cafeeiro. O Conselho do Café das Matas de Minas também se posicionou contrário à medida.

Enquanto a indústria diz que falta o produto para atender à demanda do mercado interno, os cafeicultores garantem que os estoques existentes são suficientes para abastecer o Brasil até o início da próxima safra, em março/abril.

Além disso, a importação é uma ameaça fitossanitária aos cafezais e também aos produtores brasileiros.

O Conselho das Entidades do Café das Matas de Minas se posicionou contrário à importação de café conilon, em qualquer quantidade, pela indústria, por entender que o Brasil tem produção suficiente para abastecê-la, e porque sabe dos riscos fitossanitários inerentes à importação dos grãos, para os cafezais brasileiros.

Ao trazer café de outros países, corre-se risco real de, junto com o grão e também na sacaria, virem pragas e doenças desconhecidas da cafeicultura brasileira e, até descobrir possíveis medidas para combatê-las, devido à burocracia existente no Brasil, pode-se colocar em risco a nossa cafeicultura, que é uma atividade de grande importância econômica e social para o país.

A importação de café, pelo maior produtor do grão no mundo, também coloca o Brasil na contramão da história porque, ao invés de gerar empregos aqui, vai transferir as vagas para os países exportadores de café para o Brasil porque, certamente, muitos produtores desistirão da cafeicultura.

O Conselho das Matas de Minas defende e trabalha pela melhoria da qualidade de vida dos produtores, com boas práticas, gestão eficiente e mais renda para os cafeicultores.

Para a entidade, não se pode compactuar com a importação de café de países que não têm preocupações ambientais e sociais, leis trabalhistas, como é aqui, o que faz com que os custos da cafeicultura brasileira sejam mais elevados.

 

Autor: Carlos Henrique Cruz

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